Inicio

Ideas sobre educación

Deixar un comentario

neweducationColocamos a continuación un artigo en inglés moi interesante sobre cara onde está camiñando a educación dos nosos fillos e fillas.

Co título “5 grandes ideas en educación que non funcionan” poderemos – ademais de prácticar un pouco o idioma de Shakespeare 😉 – descubrir como o vello modelo de avaliación por exames e marcas estándar queda cada vez máis desfasado e obsoleto, como as clases con moitos alunos e alunas non son necesariamente algo negativo se están agrupadas en niveis equivalentes ou con formas de aprendizaxe similares ou, isto si que o sabíamos, que canto máis se inviste en educación mellores resultados se consiguen…

 

5 Big Ideas In Education That Don’t Workfonte orixinal: NPR – ver aquí

Small classes. High standards. More money. These popular remedies for school ills aren’t as effective as they’re sometimes thought to be. That’s the somewhat controversial conclusion of education researcher John Hattie.

Over his career, Hattie has scrutinized more than 1,000 “meta-analyses,” looking at all types of interventions to improve learning. The studies he’s examined cover a combined 250 million students around the world.

Out of that, he’s identified five common ideas in education policy that he says should be looked at with a critical eye. NPR Ed spoke with Hattie, a professor at the University of Melbourne in Australia, about each of these five ideas following the publication of his 2015 paper “What Doesn’t Work In Education: The Politics of Distraction.”

1. Achievement standards. “It seems very sensible. You set up minimum standards you want students to reach. You judge schools by how many reach them,” Hattie says. “But it has a very nasty effect. All those schools who take kids in difficult circumstances are seen as failures, while those who take privileged students and do nothing are seen as successful.”

By the same token, it seems to make sense to set achievement standards by grade level, but the further along students get in school, Hattie points out, the more of them are performing either behind or ahead of the schedule that’s been set.

The alternative: a focus on growth and progress for each student, no matter where he or she starts.

2. Achievement tests. High-performing schools, and countries, don’t necessarily give more standardized tests than low performers. They often give fewer.

The alternative: testing that emphasizes giving teachers immediate, actionable feedback to improve teaching.

3. School choice. Many education reformers tout school choice as a tool for parent empowerment and school improvement through competitive pressure. But Hattie says his research shows that once the economic background of students is accounted for, private schools offer no significant advantages over public schools, on average. The same goes for charter schools.

But there is one kind of choice that Hattie does believe makes a difference: teacher choice. Being able to select the best teacher for your child, Hattie suggests, could be truly empowering for parents — albeit a challenging strategy for a school to adopt.

4. Small class size. In the U.S., groups such as Class Size Matters are dedicated to the proposition that fewer students per teacher is a recipe for success. This, Hattie argues, would come as a surprise to Japan and Korea, which have two of the highest-performing education systems in the world – and average class sizes of 33.

Hattie says reducing class size can have a positive impact. But that small class size needs to be paired with training and support for teachers to collaborate more closely with students, offer more personalized feedback and measure student improvement on a more granular level.

5. More money. Korea and Finland far outscore the U.S. on the international PISA exam, which tests learning in math, science and reading. And those two countries spend $60,000 and $75,000 respectively per student, for schooling from first grade through high school graduation. That compares with $105,000 spent per student for the same block of time in the U.S.

Hattie believes $40,000 per student for these years of education is necessary for reasonable school performance. But above that, he sees almost no relationship between money spent and results earned.

In his book Visible Learning Into Action, Hattie looks at the flip side – the ideas that do work in schools around the world. Boiled down, he says, the most effective ideas are those that empower teachers to collaborate closely with students and support them in continuously improving.

 

Aprender a estudar… algo fundamental!

Deixar un comentario

learnEstudar, si, pero como? O esforzo é importante, pero só con iso pode non chegar… Como se optimiza o tempo pasado diante dos libros, “clavando cotovelos”? Un pouco na liña que comentaba un dos nosos profes, aprender a estudar en si mesmo pode ser tan importante como aprender o que se supón que debemos saber para un exame.

Queremos deixar unha ligazón moi interesante con consellos prácticos para axudar neste proceso, de forma xeral e divertida -> CLICA AQUI. Isto complementa as nosas “10 pautas para aprender a aprender“, que poñemos en bo uso no noso día a día.

E xa que estamos, unha outra pequena axudiña gráfica para quen anda metido nas matemáticas. Iso está aqui (en inglés, certo, pero para quen anda pola CICA non é problema, verdade? É faciliño! 😉 ).

A necessária constância na aprendizagem, a qualquer idade

2 Comentarios

Xoán M. Paredes (*)learning

É algo óbvio, mas aprender requer esforço, e quando menos uma mínima motivação. No caso concreto da aprendizagem de línguas requer-se, aliás, de bastante paciência e ainda alguma disciplina mental para não cair no desânimo. Digamos que tudo é possível, dependendo das vontades e do tempo do que disponhamos.

Quem me conhece sabe que eu sempre uso o mesmo exemplo nas aulas: aprender um idioma é como praticar um desporto. Conhecer a teoria e as regras está muito bem e é preciso, mas ler um manual de basquetebol só vai fazer que acabes sendo árbitro (com sorte). Para seres jogador ou jogadora vais precisar também de jogar partidas e encestar bolas. Só nessa prática, nessa repetição, nessa rotina, vais desenvolver as tuas qualidades, vais realmente interiorizar os movimentos e fazer com que tudo acabe sendo natural e fluído. Leva tempo, claro, mas não tem porquê ser aborrecido. No caso dos idiomas, além disso, é necessário mandar a vergonha dar uma volta, como quem se tira de cima a pressão do público.

Um novo idioma aprende-se se o “treino” for constante, se há uma exposição habitual à sua sonoridade, às suas palavras, mesmo se é em doses curtas. Outro símile que funciona bem à hora de explicar o processo de começarmos a perceber e falar de verdade uma nova língua é o de “acumular horas de voo”, como um piloto: quanto mais tempo passemos afazendo o ouvido a esses sons que no princípio resultam tão estranhos, mais familiares acabarão por ser, até o ponto de se ligarem para sempre com o nosso estudo teórico.

Assim, temos que querer aprender, ter algum tipo de interesse, compreender que um idioma moderno é algo vivo e útil, cheio de sentimentos e emoções, de encontros e desencontros, ferramenta de ciência e veículo de conhecimento e cultura. Com estas referências, aprender transforma-se numa brincadeira, numa descoberta, finalmente em parte intrínseca de nós, enriquecendo-nos, onde o que parecia um esforço titânico passar a ser um passatempo, algo ao que lhe perdemos o medo e nos fai desfrutar

Claro, isto vale para adultos e adultas, mas… como transmiti-lo às crianças? Esse é um outro problema que tem mais a ver com o próprio sistema educativo.

Por desgraça, o sistema de ensino que temos no nosso país na actualidade centra-se ainda numa acumulação teórica de conhecimentos, com uma cativa carga prática, onde o saber continua a ser algo sem o suficiente contacto com o mundo real. Quando menos isso é o que percebem os nenos e nenas, isso é o que transpira fora das aulas, sendo no geral incapazes de conectarem o aprendido com as suas realidades. Os idiomas não escapam a isto.

Abofé que as cousas da didáctica melhoraram desde os tempos que nós, agora adultos e adultas, tivemos que memorizar sem piedade toda uma série de dados absurdos, em parte graças a uma cada vez melhor formação do professorado, mas estamos ainda longe dos modelos de referência no mundo, como pode ser o caso finlandês. A mudança é lenta, e multi-factorial.

Igual que como adultos temos que entender que para aprendermos um novo idioma é preciso esse chisco de motivação e consciência aumentada da que falávamos antes, para uma criança isto deve ser aplicado a todas as matérias. Não só isso, essa responsabilidade recai tanto nas profissionais da sua escola como em nós, família ou não, que estamos ao seu redor, contribuindo criticamente na sua formação, como aluna e como pessoa. Nós somos a equipa onde joga, a tripulação do seu avião, o espelho onde se observa.

É nessa visão integral onde se pode começar a desenvolver um modelo educativo realmente eficiente, verdadeiramente moderno e eficaz.

Bem pensado, isto de aprender é algo curioso à vez que delicado. O que damos por sabido e totalmente superado levou-nos bastante esforço aprende-lo no seu momento, desde ler, somar e subtrair até conduzir. Isso, precisamente, nunca o deveríamos esquecer, pois a cadeia de transmissão do conhecimento é algo bastante frágil, que requer essa paciência constante, essa exposição cuidada, essa repetição, geração trás geração, cesto a cesto, e onde todos e todas temos um papel crucial.

(*) Xoán é um dos nossos professores. Podes consultar o seu perfil >aqui<.

Novas fichaxes para a CICA

Deixar un comentario

newstaffCo comezo do curso avisamos de que o cambio de logo e imaxe da nosa academia viría acompañado tamén de novas fichaxes para o noso equipo. Dito e feito! É o noso prazer presentarvos unha nova profe, Patricia Blanco, a quen podedes coñecer polo miúdo pinchando na ligazón do seu nome.

Patricia comeza connosco este curso, pero xa a coñecíamos de antes e sabíamos que tiña todos os ingredientes necesarios para ser unha auténtica “cicaense”.

Súmase desta forma a un equipo de profesionais que – non o esquezades – ademais de tratar cos máis cativos e cativas oferece tamén ensino para adultos (idiomas, informática, etc) e servizos profesionais variados, algo no que Patricia tamén ten moito que dicir e achegar (consultoría e xestión cultural, tradución e interpretación, etc).

Xa sabedes que a CICA é moito máis que unha academia 🙂

Chega o verán, chega o fin de curso

Deixar un comentario

O curso 2013-14 chega ao seu fin o vindeiro venres 20 de Xuño.cica

A próxima semana non haberá clase. Estaremos abertos a partir do día 24 martes (de 10:00 a 13:30 e de 17:00 a 20:30) para a entrega dos traballos e coordinar os meses de Xullo e Agosto.

O mes de Setembro serán as nosas vacacións, se ben a partir do día 24 (mércores) do mesmo mes CICA xa estará aberta para concretar os horarios do ano 2014-15.

Agradecemos a vosa confianza no noso traballo e esperamos voltar a contar cos vosos fillos e fillas a partir de Setembro.

Lembramos, tamén, que aínda que os pequenos acaban, comezaremos en breve con cursos de idiomas para adultos, así que se alguén quere comezar con, ou repasar, o seu alemán, inglés, portugués… é só darnos un toque!

Iria, Ruth, Ramón, Xoán, Jaime, Koni e Carlos

Contactos da CICA.

Comprensión lectora, pola parte máis práctica

Deixar un comentario

Ás veligazonces queremos colocar ligazóns de recursos que consideramos sería unha mágoa que se perderan. Poden ser cousas curiosas, ou recursos educativos, ou exemplos de exercicios, fichas e demáis.

Moitas veces usámolos na CICA, claro, pero nunca está de máis compartillalos co resto do mundo.

Neste caso non podemos pasar por alto esta serie de excelentes exercicios – 100 fichas de comprensión lectora – para os nenos e nenas aprenderen a entender as mensaxes da vida cotiá, a “decodificar” o que se esconde nun mundo adulto através de imaxes ben reais e prácticas.

O curso máis avanzado será cando teñan que entender o recibo da electricidade, aínda que iso xa é para eruditos…

Que sexa do voso agrado.

Ligazón > AQUI < (pdf, 24.7 Mb)

 

Matematicas da ESO

Deixar un comentario

mathsHai quen diga que o universo é todo matemáticas.Outros din que é música, pero claro, os primeiros tamén dirán que a música é matemática! 😉

Desde logo, o coñecemento matemático está presente en todas partes arredor nosa, durante toda a nosa vida. Curiosamente, no ensino obrigatorio as “mates” son unha desas asignaturas que atraganta a moitos e moitas… Calma, que na CICA axudamos a quen o necesite a entender e mellorar!

Unha boa ligazón para exercicios de matemáticas da ESO para practicar na casa é esta:  http://matematicas.torrealmirante.net/